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domingo, 30 de junho de 2013

Queríamos chamar atenção para a função principal do lugar: fornecer gratuitamente água proveniente da Serra do Caraça para a população de Catas Altas. Queríamos  também apontar, através da intervenção, a existência de dois espaços (o banco e a fonte) isolados pelo arbusto. Para isso, decidimos subverter as funções dos elementos do lugar. Para chegarmos a uma ideia final, adotamos esta estratégia e a partir dela, usando o processo de brainstorm (que consiste em anotar em um papel todas as ideias que se possa imaginar , sem censura) e a partir daí selecionamos, desconstruímos e elaboramos ideias, até chegarmos em três proposições diferentes:
1) Sistema de torneiras vinculadas a potenciômetros que controlam o volume de sons relacionados a água, que saem em pequenas caixas de som escondidas, de modo que se pudesse criar uma ambientação sonora mutável de acordo com a vontade do usuário. A intenção era de que as pessoas pudessem sentir as sensações que a água causa através da audição, em vez do tato.
2) Origamis cúbicos organizados e arranjados em formato de gota, colocados na estrutura de madeira acima da fonte, de caráter contemplativo.
3) Projetor iluminando os origamis monocromaticamente, de maneira que, quando  encosta-se na água da cuia da fonte, a cor projetada muda gradativamente, até que o contato da mão do usuário com a água seja desfeito.


Instalação do sistema de torneiras.


Detalhe do potenciômetro encaixado na torneira


Montagem do sistema de torneiras e dos circuitos de som.


Sistema de torneiras já pronto.


Instalação dos origamis


Projetor iluminando os origamis



Origamis com tom azul claro


Origamis no tom de verde


Origamis no tom de azul escuro



Na visita a Inhotim meu grupo escolheu visitar a obra "The Murder of Crows" (2008) de Janet Cardiff e George Miller. Escolhemos essa instalação sonora porque ela cria uma ambientação tão fantástica e sugestiva, que quando a história surrealista é narrada por uma voz feminina, quem está ali imerso tem liberdade para imaginar as cenas narradas, com ajuda dos sons tridimensionais que complementam a narração. É uma experiência incrível.

Croqui da obra

sábado, 1 de junho de 2013



A fonte. A bica. A torneira. A coisa que sai água

Local escolhido para a intervenção


Casas na rua em frente á Igreja Matriz


Detalhe do interior da Matriz


Detalhe do interior da Matriz

Croqui feio no workshop - 5 minutos sem tirar o lápis do papel e com contexto

3 minutos sem tirar o lápis do papel com contexto


1 minuto sem tirar o lápis do papel


30 segundos sem tirar o lápis do papel

30 segundos sem tirar o lápis do papel

10 segundos sem tirar o lápis do papel


domingo, 5 de maio de 2013


quarta-feira, 1 de maio de 2013


sexta-feira, 26 de abril de 2013

Meu objeto interativo consistia em duas caixas feitas de papel paraná, revestidas com jornal, colocadas uma sobre a outra. A ideia era que, duas pessoas usassem o objeto, uma de frente pra outra, brincando com a luz, que ativa o LDR e produz sons diferentes, compondo uma musiquinha. Entretanto, encontrei uma limitação que resultou no (quase) fracasso do meu objeto: não consegui encontrar buzzer com sons diferentes e agradáveis, só buzzer com o mesmo som irritante, como se pode ver no vídeo:



domingo, 21 de abril de 2013


Sitymeter, um projeto das alunas Sara Krugman e Kenneth Aleksander Robersten do Copenhagen Institute of Interaction Design, questiona e estimula a apropriação dos espaços públicos. Para elas, um espaço público bem sucedido, ao mesmo tempo que atende às necessidades imediatas das pessoas (como no caso da Ponte Norrbrogade, a necessidade de atravessar o rio), estimula as pessoas a nele agirem, o que se relaciona com o conceito de polivalência de Hertzberger. Assim, foram instaladas seis câmeras ao longo da 
ponte, que identificam as pessoas que por ali passam. Quando alguém permanece na ponte por mais de 60 segundos, uma unidade é acrescida em um contador de pessoas que se apropriam dos espaço, estimulando os transeuntes a agirem no espaço e se sentirem parte dele.




Essa instalação, da Random International, em português, "Sala da Chuva", consiste em uma sala, cujo teto jorra água em feixes exatamente verticais, simulando a chuva. Graças a sensores de presença colocados em toda a obra, é possível sentir-se na chuva sem se molhar, pois à medida que adentra-se na instalação, os jatos d'água cessam ao redor do visitante. Link para o vídeo 




domingo, 7 de abril de 2013


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Para, mesmo de longe, termos noção espacial sobre a fonte para confeccionar a intervenção, medimo-na, e produzimos um modelo de sketchup:




terça-feira, 2 de abril de 2013


A fonte. A bica. A torneira. A coisa que sai água



quinta-feira, 28 de março de 2013

Na primeira viagem a Catas Altas, tivemos a oportunidade de conhecer a cidade e seus moradores. Escolhemos também um local da cidade para realizar uma intervenção com o objetivo de potencializar a interatividade do lugar escolhido.


Igreja Matriz da cidade


.A fonte (ou a bica, ou a torneira, ou "a coisa que sai água"). O lugar nos chamou a atenção por sua beleza e por suas contradições. É cheio de blocos, barras de madeira, coisas rígidas e geométricas, mas o foco principal do lugar é um elemento fluido e sem forma definida, que é a água. O banco isolado da fonte também chama atenção, porque sua forma e textura remetem à fonte, mas não se comunicam espacialmente com ela, e isso é algo que gostaríamos de explorar na nossa intervenção.

A cidade de Catas Altas é cheia de espaços públicos com extremo potencial de uso, por serem agradáveis, bonitos, e remeterem à história de Minas Gerais, porém, são pouco apropriados. 

 

Padaria bonitinha



Casinha com articulações de espaço público e privado


Serra do Caraça


As crianças de Catas Altas são demais!


quinta-feira, 21 de março de 2013

Parkour



O parkour, atividade também conhecido como "le parkour", como o nome entrega, foi criado na França por David Belle, adaptando técnicas aprendidas em seus treinamentos militares no exército francês para realizar incríveis deslocamentos corporais através de obstáculos e cenários urbanos diversos. [...] A arte compreende o desenvolvimento físico de seus praticantes para que possam, apenas com o corpo, realizar manobras rápidas e avançadas utilizando quaisquer paredes, telhados, muros, escadas, galhos, etc. [...] Pular, escalar, trepar, se pendurar, laçar, puxar, beijar, acabam virando movimentos triviais para os praticantes de parkour, que muitas vezes podem ser confundidos com ninjas contemporâneos.




Deriva


A teoria da deriva é um dos trabalhos de autoria do pensador situacionista Guy Debord. A deriva é um procedimento de estudo psicogeográfico – estudar as ações do ambiente urbano nas condições psíquicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos. É sempre interessante construir um mapa do percurso traçado, esse mapa deve acompanhar anotações que irão indicar quais as motivações que construiu determinado traçado. É pensar por que motivo dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita... Em fim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não. Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.




Flaneur



Flanêur é uma palavra do francês que pode ser traduzida como ''Flanador'' e usada para se referir a homens com um certo comportamento peculiar. Esse estilo de vida foi assim chamado pelo poeta Charles Baudelaire. Flanar é vagar pelas ruas não simplesmente caminhando, é andar observando tudo à volta. O flanêur é um amante das ruas que repara em detalhes que para outros cidadão passam despercebidos. Ele valoriza objetos, lugares, pessoas que o observador comum já não repara, por fazerem parte de uma rotina. O flanêur é simplesmente uma pessoa que vê o mundo com olhos diferentes da maioria da população, a sua visão é com riqueza de detalhes, e detalhes nas coisas mais simples.




Flash Mob


Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em certo lugar para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social


Fonte

domingo, 17 de março de 2013


Este é o resultado (só não digo final porque seria muita pretensão minha achar que não pode melhorar) do trabalho com o photoshop depois da crítica. Sugeriram que o desenho estivesse mais aparente, e que ele interagisse mais com a Bruna. A minha intenção era que o desenho interagisse com o prédio, mas gostei dele interagindo com a Bruna também, como se os traços estivessem saindo do cabelo dela. É isto aí!
Croqui de 10 segundos


Croqui de tempo livre

Croqui de cinco minutos

Croqui de 3 minutos

Croqui de um minuto

quarta-feira, 13 de março de 2013


Os cabelos de Bruna me lembram um certo prédio na cidade de Belo Horizonte. A ideia era que as linhas curvas representassem tanto o Edifício Niemeyer quanto os cabelos ondulados da minha colega. Esta foi a primeira tentativa de que a ideia desse certo, as críticas foram bem-vindas e serão aplicadas, na medida do possível!

terça-feira, 12 de março de 2013


Meu primeiro croqui que deu (mais ou menos) certo da Escola de Arquitetura, vista de uma das mesinhas da lanchonete em frente ao prédio. O objetivo era desenvolver a noção de perspectiva, e sentir as dificuldades do desenho na prática, constatando problemas a serem solucionados ao longo do semestre. Para um primeiro croqui, acho que me saí relativamente bem.

sexta-feira, 8 de março de 2013



Esta é "Chuck" pela designer alemã Natasha Harra-Frishkon. É um sistema de estantes flexíveis, feitas de pranchas de madeira de 4mm de espessura, que podem se ajustar para abrigar objetos de uma forma orgânica e harmônica. O legal é que a estante não se restringe a abrigar apenas um tipo de objeto, sendo um objeto com certa polivalência.



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